quarta-feira, 24 de junho de 2015

  
Esse espaço abaixo será destinado ao público em geral ( professores, estudantes, etc.). O intuito é compartilhar experiências de vida e ou observações que você ou alguém tivera que se adaptar ao meio que está inserido para sobreviver.

10 comentários:

  1. A história do livro Luzia homem é recorrente aos dias atuais em diversas situações do dia a dia. Eu, chamo-me Yanká e atualmente estou cursando o ensino médio. Moro com meus familiares e temos diversas divergências e uma delas era o meu namoro. Tinha apenas 13 anos, mas me apaixonei por um rapaz. A minha família não aceitava de forma alguma, primeiro, era nova, tinha 13 anos. Então, eu apanhava e sentia o desprezo da minha família o que me entristecia profundamente.

    Diante disso, acreditávamos em nosso amor e por isso lutamos até o fim. Mostramos a eles que o que sentimos um pelo outro é verdadeiro. Então, como luzia homem fez para sobreviver diante da seca, fome e até mesmo dos abusos de autoridades, fizemos de tudo para o nosso amor sobreviver diante de um ambiente que desacreditava de nosso amor e nos punia

    Parabéns pelo blog. Está lindo.

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    1. Yanka Andrade, ficamos muito felizes com a sua contribuição e, com isso, a sua história é sensível e expressiva. Diante disso, vejo a sua articulação entre sua experiência de vida e a experiência da personagem Luzia, isto é, a tematização é a questão da sobrevivência. Parabéns e continue acreditando em seus sonhos e continue lutando para consegui.los.

      Abraços,

      Discentes da Federal.

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  2. Uma das lições de vida & que me ensinou a conviver. Foi a luta da minha Guerreira que com 9 filhos, um que tem Esquizofrenia, e com meu Pai que é dependente do Alcoolismo, Nunca desistiu de nem um de Nós & meus país nunca deixaram faltar nada pra gente, mesmo com inúmeras Dificuldades e problemas. E mesmo com tudo isso minha Mãe não mediu esforços para ajudar um amigo da rua, que se encontrava no mundo das drogas e no meio da Criminalidade, ela ajudou numa clima conseguiu até coloca -lo em escola ! E simplesmente me ensinou que apesar dos pesares a gente tem que amar o próximo, por que nunca saberemos o dia que iríamos precisar & por que Deus sempre tem o Melhor.

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    1. Tainá Ribeiro, é emocionante ler a sua história. Primeiro, a luta do dia a dia que sua família realiza é árdua e, com isso, as condições são desfavoráveis para almejá-las. Segundo, as limitações que vocês se encontram dificultam a melhoria dentro do ambiente familiar. Terceiro, a adaptação que sua ¨Guerreira¨ realizou é inenarrável. Portanto, estimo tudo de bom e que vocês possam ter muito êxito na vida pessoal e profissional.

      Abraços,
      Discentes da Federal.

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  3. Eu também posso apresentar um exemplo de adaptação conquistada com muito esforço e coragem. Aliás, a palavra seria no plural: adaptações. O personagem desse exemplo é o meu pai. Ele começou a trabalhar na roça com 5 (cinco) anos de idade, porque o meu avô pensava assim: "o mato que ele carpe eu não preciso carpir". Nunca frequentou escola, e aprendeu um pouco de escrita com um irmão mais velho. Imaginem uma pessoa que não teve nem infância nem adolescência porque passou todos esses anos trabalhando pesado na lavoura. Quando se casou com a minha mãe, obtendo assim uma certa liberdade em relação ao pai-patrão, foi para São Paulo. Sem profissão nenhuma porque só sabia plantar e colher, mal sabendo escrever o próprio nome, logo arranjou um emprego braçal e foi levando a vida. Fez cursos, aprendeu a ser motorista, e dessa maneira conseguiu criar os filhos e realizar o sonho da casa própria. Hoje luta contra vários problemas de saúde, mas sempre com disposição e coragem. Está com 88 anos, e só deixou de trabalhar há três semanas, contra a vontade aliás. Todos os dias levanta-se muito cedo e sempre arranja coisas para fazer. Muitas pessoas ficariam paralisadas pela autopiedade, devido ao início difícil da vida e aos maus tratos recebidos dos pais até atingir a idade adulta, mas ele sobreviveu não só física como emocionalmente, e diz que pretende viver só mais um cinquenta anos! É um exemplo a ser seguido. Espero conseguir conquistar pelo menos uma parte desse mérito.

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    1. Ilustríssima professora e amiga,

      Zulmira Carvalheiro,

      Em 2008, tive a honra de ser orientado e banhado por sua formação enriquecedora e libertadora. Primeiro, as suas aulas foram incentivadores. No início o reflexo da péssima formação básica foram escancaradas a olhos NUS e, isso foi dilacerando aos poucos nas habilidades e competências que as atividades cobravam do educando. Mas, sua determinação e formação digna permitiram estratégias para o discente perdido fosse reencontrado no mundo do conhecimento. Diante disso, a minha admiração por ti foi crescendo e crescendo e até germinava novas forças para ir além. Por isso, que é uma honra ter seu relato em nosso humilde BLOG, porque você transmite energia vinda do UNIVERSO que extrapola as vaidades, luxúrias e ganancias.

      O relato permite transborda no leitor uma sensação de honra e revolta ao mesmo tempo. Primeiro, a honra é pela vontade e conquista de seus sonhos. Segundo, a revolta é a situação a qual ele se encontra. mas, diga ao seu pai que estamos torcendo para ele viver longos e dourados 50 anos de pura alegria e que ele possa compartilhar suas ricas experiências aos colegas, porque sua trajetória vale uma encenação nos PALCOS, onde a história jamais será esquecida.


      Abraços,
      Discentes da Federal

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  4. Tive que me adaptar com o racismo que infelizmente ainda existe eu namoro um negro por eu ser mais clara quando sairmos as pessoas nos olhavam estranho. Para viver tivemos que esquecer isso não se importa com o que algumas pessoas pensam

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    1. Querida Fernanda,


      É muito triste ler seu relato, uma vez que ele abrange a doença que a nossa sociedade vive hoje. Portanto, parabéns pelo namoro de vocês, pois sobreviveu a tantas doenças que são causadas pela IGNORÂNCIA. De acordo com Aristóteles, o sábio afirma, o ignorante duvida e o inteligente reflete. Parabéns e desejamos muito sucesso e amor.

      Abraços,
      Discentes da Federal

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  5. Bom, minha adaptação que foi e ainda é , a divisão que acontece em nosso país, o racismo divide o nosso pais, as classes sociais, as religiões, e infelizmente dessa forma perdemos a essência da vida, deixamos de nos adaptar e nos unirmos com outras pessoas, mas, infelizmente teremos que conviver com essa divisão, acho que o melhor resultado seria a compreensão de todos e olhar ao redor e perceber que somos todos iguais!
    Fica um pouco da minha reflexão!
    Boa noite
    Parabéns pelo blg, sucesso!!!!!

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  6. Administração,

    Seu comentário permite a reflexão da estrutura ideológica da sociedade nas diversas ordem, seja na ordem econômica, seja na ordem política e seja na ordem social. Por isso, lamentamos essa lastração negativa em diversos ambientes. Mas, desejo-lhe muita sorte e paz.


    Abraços,
    Fernando

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